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O Clube


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O Clube


Inscreva-se

Inscreva-se para uma prova inacreditável, onde corremos por quem não pode e ficamos a conhecer uma das paisagens mais inacreditáveis de Portugal, assim como a sua história, num ritmo adequado ao percurso, não constituindo, por isso, uma prova competitiva e contará com a presença de membros das Forças Armadas Portuguesa e Inglesa.

 

 

Somos um clube de corrida
que corre por quem não pode.

Angariamos donativos para equipar instituições que cuidam de pessoas com necessidades especiais. Organizamos provas não competitivas, onde o objectivo é a consciencialização para estas instituições.

 
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O Clube do Stress nasceu informalmente há cerca de duas dezenas de anos, por iniciativa de um grupo de amigos que se juntavam aos fins-de-semana para treinar ou correr provas de estrada. Os seus objetivos iniciais eram meramente lúdicos, um “hobby”, uma forma de diversão e ocupação de tempos livres, mas também de manutenção da forma física.

Entretanto, os elementos do grupo foram-se dispersando ou abandonando o atletismo. Porém, um dos seus fundadores, o prof. João Paço, manteve sempre acesa a chama e não deixou morrer o clube

Até que, em 1998, nove dos elementos do grupo foram correr a Maratona de Londres. Foi lá que eles se aperceberem da outra dimensão da corrida, que pode juntar ao aspecto lúdico e desportivo, a vertente de solidariedade e da beneficência. Aliás, a Maratona de Londres é uma grande manifestação de solidariedade colectiva, onde se angariam fundos para as mais diversas causas, nomeadamente de carácter humanitário.

Daí nasceu a ideia de transpor e adaptar essa ideia à realidade portuguesa, aproveitando para o efeito a participação do grupo na Meia Maratona de Lisboa, a maior e mais prestigiada prova que se realiza em Portugal. 

Os elementos do Stress, pretenderam (e pretendem ainda) duas coisas: sob o lema “Correr Por Quem Não Pode”, conciliar a prática da corrida com o exercício activo da solidariedade e, através do seu exemplo, levar outros grupos ou entidades a fazerem o mesmo. 

 

O sucesso deste clube vem da sua vontade de correr por quem não pode.

 

UM POUCO DE HISTÓRIA

 

Decorridos duzentos anos sobre a interrupção da construção das Linhas de Torres (com a retirada de Napoleão na Campanha da Rússia em 1813), torna-se oportuno contribuir de uma forma diferente para o conhecimento que estas Linhas desempenharam num período particularmente difícil mas impulsionador de grandes transformações na história de Portugal, e do Brasil, no contexto da Europa e da América do Sul.

Nessa época a transmissão das mensagens fazia-se por via ótica utilizando mastros de sinais, e por via terrestre através de estafetas a pé ou a cavalo. As más condições atmosféricas condicionaram com frequência o recurso aos telégrafos dos sinais. Foram de facto as estafetas terrestres, com tradição milenar, que garantiram em último recurso a operacionalidade das comunicações. Este elemento chave para o controlo e coordenação das operações era vital numa situação de confronto como aquele que se vivia então a norte de Lisboa.

Foi neste contexto que o CLUBE DO STRESS assinalou esta importante efeméride, num percurso de cem quilómetros no interior das Linhas, correndo ao longo dos trilhos que os estafetas utilizaram há dois séculos. 

O itinerário escolhido percorreu troços dos Distritos Militares das Linhas a Norte de Lisboa, que atravessaram todos os Concelhos da zona: Lisboa; Loures; Vila Franca de Xira; Arruda dos Vinhos; Sobral de Monte Agraço; Torres Vedras e Mafra, autarquias que desempenharam naquela época um relevante papel na construção dessa zona do sistema defensivo, mobilizando os trabalhadores e outros recursos através dos Capitães-mores. 

Na fase complexa que Portugal atravessa, recordar esta gesta heroica da população portuguesa e, simultaneamente, revisitar o espaço onde foram escritas páginas de tenacidade e sacrifício, serão um exercício digno dos tempos difíceis com que os portugueses diariamente são confrontados.

A aposta foi correr, num único dia (27 de Abril de 2013), ao longo de 15 horas, um percurso de 100 km que nos levou - de Lisboa até Mafra - a passar pelos locais mais emblemáticos que constituíram importantes pontos de apoio nas 3 Linhas defensivas de Lisboa. O referido percurso foi realizado na sua totalidade ou consoante os troços que, respeitando o horário previsto, cada atleta pretendesse correr.

À semelhança de muitas corridas em que o Stress tem participado, correndo em Solidariedade por um objetivo concreto, tratou-se de angariar fundos que permitiram distinguir, ao nível de cada Concelho onde esta prova passou, o melhor aluno português na disciplina da língua inglesa, permitindo-o frequentar durante 15 dias em Inglaterra um curso intensivo da referida língua.

 

ORGANIZADORES

Esta corrida realizou-se numa organização conjunta do CLUBE DO STRESS e da REVISTA SPIRIDON, e têm por base a máxima "Correr Por Quem Não Pode", que serviu de grande motivação para a "Estafeta Porto-Lisboa" organizada em 2006.

 
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Eventos


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Eventos


Correr por quem não pode.

Na mais pura e altruísta vontade de ajudar, correndo por quem não pode, o Clube do Stress realiza um conjunto de eventos tendo em vista a angariação de fundos para instituições de ação social

 

Os eventos são realizados com o apoio da revista Spiridon e parceiros pontuais que ajudam o Clube do Stress a organizar os mais variados tipos de encontros.

 

PARTICIPE NOS PRÓXIMOS EVENTOS

 
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Treino, 19 ABRIL

Partida e chegada em S. Sebastião ( 39.006217, -9.229882) junto à estrada municipal.

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ulmt 9 maio

Participa numa das ultramaratonas de 100k, 47k ou 53k, com partida de Lisboa às 5h00 (ou forte Alqueidão às 11h30) e chegada a Mafra pelas 20h00.

 

Para novos eventos ou apoio aos eventos Clube do Stress entre em contacto connosco.

 

O STRESS E A SOLIDARIEDADE

 

  • 2013/14, Lisboa-Mafra, corrida de 100km das Linhas de Torres
     
    • oferta de 4 bolsas de estudo a Inglaterra por 2 semanas, tudo incluído, a estudantes do 2º ciclo (1 bolsa, em 2013 e 3 bolsas em 2014);
    • valor das inscrições da corrida revertido integralmente para Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson e Fundação Portuguesa de Cardiologia (2014).
       
  • 2006/8, Porto-Lisboa, oferta de 10 carrinhas adaptadas a pessoas com incapacidade às instituições: 
    • Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental do Porto (Porto)
    • Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Vila Nova de Gaia (Vila Nova de Gaia)
    • CRECOR – Solidariedade Social, Cultura Desporto e Recreio de Cortegaça (Ovar)
    • Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Águeda (Aveiro)
    • Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Coimbra (Coimbra)
    • Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Pombal (Pombal)
    • Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (Leiria)
    • Centro de Educação Especial do Concelho de Rio Maior “O Ninho” (Santarém)
    • Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados da Póvoa de Sta. Iria (Vila Franca de Xira)
    • APERCIM - Associação para a Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas do Concelho de Mafra (Lisboa)
  • 2006, CERCIDIANA, Évora, oferta de 2 carrinhas 
     
  • 2004, ANDAR, Associação Nacional de Doentes Artrite Reumatóide, oferta de 1 carrinha
     
  • 2003, AAJUDE, Associação Apoio à Juventude Deficiente, Porto, oferta de 1 carrinha
     
  • 2002, APADP, Associação Pais e Amigos deficientes Profundos Agualva Cacém, oferta de 1 carrinha   
     
  • 2001, Associação 29 de Abril, de Montemor-o-novo, Núcleo Regional do Centro da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral de Coimbra e APPACDM, de Lisboa, oferta de 3 carrinhas 
  • 2000, APADP, apoio no Centro de deficientes profundos de Sto. Estevão - Construção de um lar, em Viseu
  • 1999, Acreditar Lisboa
 
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Apoios e Patrocínios


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